Visão geral
A TI também tem pegada, e ela entra no seu inventário ESG.
Servidores, refrigeração, estações de trabalho, nuvem e o descarte de equipamentos consomem energia e geram emissões que raramente aparecem com clareza nos relatórios. O Green IT mede essa pegada pelo mesmo caminho de qualquer outra medição — local, conta e origem rastreável —, com o fator de emissão da rede elétrica brasileira publicado pelo MCTI.
As medições alimentam o pilar Ambiental do Sustenext, que calcula o Escopo 2 com fatores oficiais. A pegada da TI deixa de ser uma planilha paralela e passa a fazer parte do mesmo inventário auditável.
Por que medir
Do inventário à decisão
Desafio
Com o Green IT
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01Desafio: O consumo da TI fica espalhado entre contas de energia, CMDB e faturas de nuvem.
Com o Green IT: Inventário, telemetria e contas de nuvem chegam a um só painel, com a origem de cada número.
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02Desafio: As iniciativas de eficiência disputam orçamento sem um critério comum.
Com o Green IT: As oportunidades saem ordenadas pelo carbono evitado por real investido.
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03Desafio: Equipamentos retirados de operação saem sem prova do destino.
Com o Green IT: Cada lote de descarte guarda destino, parceiro e certificado, como pede a Política Nacional de Resíduos Sólidos.
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04Desafio: A emissão do software não aparece em nenhum relatório.
Com o Green IT: Cada serviço digital tem a intensidade de carbono por transação, pelo método SCI.
Módulos
Seis áreas, uma pegada
Cada módulo cobre uma parte da TI, e todos somam no mesmo painel.
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01
Painel de pegada da TI
Energia, emissões, eficiência dos data centers e descarte num só lugar, com as oportunidades priorizadas pelo carbono evitado por real investido.
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02
Inventário de ativos
Cada equipamento com consumo, emissão, idade e estágio de ciclo de vida, a partir do CMDB e dos conectores de telemetria, sem planilha paralela.
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03
Data centers e nuvem
O PUE de cada data center contra a meta, e a pegada das contas de nuvem com a intensidade de carbono da rede de cada região. Simule mover cargas para janelas e regiões de menor intensidade.
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04
Software e eficiência digital
A intensidade de carbono de cada serviço digital por transação, pelo método SCI da Green Software Foundation, com um orçamento de carbono por serviço.
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05
Ciclo de vida e destinação
Lotes de equipamentos retirados com destino, parceiro e certificado, numa cadeia de custódia que serve de evidência para a Política Nacional de Resíduos Sólidos.
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06
Maturidade Green IT
Uma autoavaliação em seis dimensões, alinhada às práticas do Auto IMM e ao ciclo de melhoria contínua do ITIL, em que cada lacuna vira uma iniciativa do plano de ação.
Dúvidas
Perguntas frequentes
Não achou a resposta? Fale com a nossa equipe.
O Green IT é um módulo do Sustenext?
Não. O Green IT é um produto próprio da Takter, que se integra ao Sustenext. As medições da TI entram no pilar Ambiental do inventário ESG pelo mesmo caminho das outras medições.
De onde vêm os dados?
Do inventário de ativos no CMDB, dos conectores de telemetria, das contas de energia e dos relatórios de pegada dos provedores de nuvem. Cada medição guarda a origem, para que o número possa ser auditado.
Que fator de emissão o cálculo usa?
Para a energia da rede, o fator do Sistema Interligado Nacional publicado pelo MCTI. Na nuvem, a intensidade de carbono da rede elétrica de cada região.
Como o descarte de equipamentos é registrado?
Em lotes, com o destino (reuso, doação, reciclagem ou logística reversa), o parceiro e o certificado de destinação. O certificado fica guardado como evidência, com a cadeia de custódia do lote.
Qual é a relação com o Auto IMM?
A avaliação de maturidade do Green IT segue as práticas de TI sustentável do Auto IMM e o ciclo de melhoria contínua do ITIL. O Auto IMM mede a maturidade dos processos de TI, e o Green IT, a pegada ambiental deles.